...e depois, com bigodes de leite, pedem mais paciência e esforço ao povo, que a "vaca 'tá seca".

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

POSTAIS ANTIGOS (IX) - ALGARVE

 1930-8-24
 1938-9-20
 1925-8-26
 
 
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1907-2
 
 
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 1926-10-3
 1936-9-2


1908-7
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1937-7-21

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

POSTAIS ANTIGOS (VIII) - PENICHE

 Uma oficina de rendas

 Vista sul da vila e praia de banhos
 Ponte da investida e praia de banhos
 Praça Jacon Rodrigues Pereira
 Club e Passeio público
Cais, doca e portinho do meio
 Portinho de Revez (enseada)
 Portinho de Revez
 Carreiro da Joana
 Entrada da gruta da Furninha
 Vista geral da fortaleza
 2ª entrada da fortaleza e ponte levadiça
 Interior da forteleza (casernas) *
1º recinto da entrada da fortaleza *
Ruínas do Convento (ao Norte) de Peniche *
Fonte do Rosário (obra dos mouros) *
Para Portugal e Hespanha sêlo de 1 cent.
Para o estrang. sêlo de 2 cent. *
Um Trecho de Rochas (ao Cabo Carvoeiro) *
Um Trecho de Rochas (aos Remédios) *
Rochedos da Furninha *
Em trecho de Rochas (aos Remédios) *
Rocha dos Cortiçaes *
Um Trecho das rochas (ao Sul) *
Vista geral da vila de Peniche **
Trecho da rocha ao sítio das penedias **
Pedra conhecida pela Nau dos Corvos
em frente da estação semaphorica **
Vista d'uma parte da fortaleza, lado do nascente **
Para Portugal e Hespanha, sello de 10 réis
Para o estrangeiro, sello de 20 réis **

Espanha não era estrangeiro?, pergunto.

O MONSTRO DA BOLACHA



IT´S THE ECONOMY, STUPID, foi o chavão usado por Clinton em 1992 para apear Bush pai da presidência dos EE.UU.
Dá vontade de repeti-la agora. Passos, o (aprendiz de) Chicago Boy de Massamá, deve conhecê-la, pelo menos a desatenção à economia foi o motivo pelo qual chumbou o PEC IV - lá vai o tempo em que pedia desculpa por condordar em aumentar impostos...

É um governo bipolar: por um lado, vai em cortar no Estado - não na gordura e consumos intermédios, mas na saúde, educação, comparticipações em medicamentos, prestações sociais e salários; por outro lado, qual insaciável monstro das bolachas, vai aumentando os impostos, reduzindo deduções fiscais (à BE) e alterando os escalões de IVA dos produtos, aumentando a luz, os transportes e as taxas moderadoras - onde puder pôr a mão, o limite é a imaginação.
É uma questão de semântica: uma coisa é o Estado sair da economia, outra é abandoná-la, esvaziando-lhe primeiro os bolsos.

Futurologia: depois de repetir a receita de Sócrates, mas em dose cavalar (a culpa é certamente minha, mas porquê apertar o garrote em dobro do que assinou com a troika, apenas cautela e caldos de galinha?), o dinheiro para de circular, e receita fiscal escangalha-se e, prá páscoa, são necessárias novas medidas.

P.s.: enerva-me o discurso do "temos que fazer sacrifícios". Não, para uns é dramático, para outros há sacrifícios, para Passos, Gaspar & associados será um incómodo. Mais uma vez, semântica.